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Ser um bom piloto MX - Crónica de Jorge Ró
Publicado em: 2017-10-02  Modalidade: Radical MX
Numa época em que o Regional está em força e o Nacional mais fraco, há que deixar aqui umas preciosas indicações que por se apresentarem o mais completas possível, poderão ajudar todos aqueles que já estão na modalidade ou outros que pensem e queiram vir a estar. Daí que, explicações básicas sejam muito importantes para conseguir adquirir um bom andamento nas provas de forma segura.

Tudo começa normalmente com a aquisição da moto, e depois vem o andar nela (em pista) que vai ditando ao piloto as várias necessidades que vão desde a conveniente preparação física passando pela técnica na condução, até às afinações na moto seja no motor seja nas suspensões. E como já os antigos diziam : a ver também se aprende, é assim aconselhável aproveitar sempre o que vemos e claro a conveniente participação em Cursos ou Estágios MX ministrados por pilotos experientes na modalidade. Já o treino físico “cardio” deve ser controlado com um aparelho pulsar (o conta Kms do coração).
 


A partir daí, é aplicar o aprendido e desenvolver a condução que permitirá, ao longo do tempo a prática do screb, whip, block pass etc. que revelam o perfeito domínio da moto em pista e daí o à-vontade e resultados em corrida que irá melhorar a performance do piloto. Tudo isto, é também o resultado do muito necessário treino físico – duas, ou três ou até quatro vezes por semana – juntando o treino na moto. É necessário as convenientes afinações na máquina e bons pneus. A alimentação adequada e estar sempre bem hidratado são também uma preocupação a ter para que os resultados apareçam. Como “cereja no topo do bolo”, temos a preparação psicológica – que também se treina – e é uma das razões fundamentais na prática de qualquer modalidade desportiva ajudando de sobremaneira as prestações de cada um dos praticantes. Basta estar atento, na TV por exemplo, aos participantes nas várias modalidades em provas e disso poder-se-á confirmar nas suas prestações.
 
A existência de várias classes de MX onde se destacam os regionais como fase de iniciação, com menores custos (daí o seu êxito) proporcionam o desenvolvimento de cada piloto até que possa mostrar-se capaz de caminhar para o nacional da modalidade. Assim, e de uma forma natural é feita uma selecção naqueles que mais se aplicam e trabalham para essa sua escolha futura. Ao nível dos cuidados e afinações das máquinas existem os livros que as acompanham em novas, têm todas as informações necessárias e por isso é imprescindível a sua constante análise de cada problema nela existente. Paralelamente, e no decorrer desta prática o piloto deve estar atento à informação das revistas especializadas (nacionais e estrangeiras) com as “dicas” dadas pelos entendidos no meio desportivo.
 
O MX deve ser uma “festa” em que cada um tira o melhor gozo que pretende dessa prática. É por isso, uma experiência única e rica em ensinamentos vários que pode demorar uma prova, um campeonato ou vários anos por exemplo, dependendo de vários factores, físicos ou económicos de cada um, mas que jamais se esquecerá pela experiência adquirida. Que o digam por exemplo, os pilotos de Enduro e Velocidade que passaram antes pelo MX. O prazer de saltar e curvar será comum a todos, tal como quando se ultrapassam outros pilotos no decorrer de uma prova ou até, o incentivo dos aplausos do público à sua passagem  em cada curva ou recta onde este se encontre. O uso de um bom equipamento ou até ter mudado de moto pode e deve ser, um incentivo pessoal a melhores prestações em prova em qualquer classe ou idade.
É essa a “magia” que o motocross tem em cada um de nós que escolheu essa modalidade seja para pouco ou muito tempo de prática. A evidência da sua prática assim o confirma.
 
Jorge Ró
 





De trás p´rá frente
 
Importa fazer referência a dois nomes no Facebook que habitualmente relembram situações do MX e que aparecem como Márcio e Mónica. Trata-se do campeão MX Márcio Rocha e sua mulher. Ele, filho do piloto dos anos 80 Eduardo Rocha de Loulé. Ela, irmã de um piloto 60 e 80 que o pai (Ezequiel) da zona da Nazaré, levava para as provas nos anos 90. Os dois conhecerem-se nessas provas MX e daí resultou em união, de que resultou um filho que já se iniciou nas 85 (Iniciados) que acompanham nas provas em que aparecem. É esta, uma daquelas situações que o desporto proporciona como resultado do convívio na “família MX” durante o tempo em que nele se está. O Márcio vai dando algumas lições, discretamente a um ou outro piloto dessas classes por forma a transmitir positivos ensinamentos a esses jovens. Assim, eles fazem também parte da história do MX nacional pelo que na sua página caracterizam várias situações interessantes que fazem parte do MX.



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