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Os médicos desportivos no MX - Crónica de Jorge Ró
Publicado em: 2017-01-24  Modalidade: Radical MX
Necessáriamente tinha de falar sobre estes, por demais importantes intervenientes nesta ou noutras modalidades desportivas. Graças a eles, principalmente os especialistas que se empenham em conhecer com profundidade os problemas físicos dos atletas é que o desporto tem conhecido um grande desenvolvimento, com a sempre importante salvaguarda do seu interesse médico pelas lesões desportivas .
Nos últimos 20 anos, também no motocross, os problemas físicos dos pilotos têm sido minorados por um importante especialista em ortopedia desportiva e que toda a gente conhece ou já ouviu falar do Dr. Pedro Barradas também ele praticante na vertente TT, reforçando-se o facto de ter um filho também piloto TT/enduro e daí, uma visão da técnica médica mais apurada a cada caso de lesões físicas.
 
Desde sempre se levantou o problema na forma como os médicos encaram cada modalidade desportiva com as inerentes lesões, mais ou menos graves dos atletas, e como tecem os seus diagnósticos preliminares em relação ao problema físico em causa. Não será unânime essa opinião em outros profissionais de saúde, pelo facto de estarem limitados na sua opinião médica de cada caso genericamente  e não do desporto em particular, guiando-se em muitos dos casos simplesmente pela ética médica convencional.
É que, por força de cada modalidade desportiva, a regra geral médica  na problemática destas lesões tem de ser ultrapassada forçosamente nesta vertente, por força da característica inerente a cada situação. Ou seja, o atleta tem necessidade de se recompor no mínimo de espaço de tempo, pois é um praticante treinado e por isso com uma capacidade física (e necessariamente, psicológica) que vai para além do comum cidadão. Por força dessa actividade, o atleta tem de estar capaz fisicamente para os desafios a que se propôs quando escolheu esta ou aquela modalidade desportiva. É natural e simultaneamente imperioso que assim seja por força desta prática.


 
Será o exemplo dos muitos anos a passar por várias destas situações. Inicialmente eram os joelhos que pelas quedas tidas ganhavam liquido, que uns médicos ortopedistas optavam por o retirar com agulhas e outros não concordavam com essa opção indicando uma outra. Depois, foram as fracturas por exemplo, numa perna (o osso do perónio) em que o médico dizia que só um mês depois poderia recomeçar a prática desportiva. Mas, três semanas depois existia uma das provas de campeonato e havia que lutar pelos cinco primeiros e segurar os pontos já adquiridos. Então, para minimizar  colocou-se a perna com gesso, dentro de uma bota preparada e conveniente  para fazer essa prova. Também um outro caso mais recente em que um médico consciente destas necessidades do atleta lesionado procedeu a uma infiltração intra-muscular para assim disputar uma prova importante. Existem várias situações que, tal como estas justificam o sacrifício consciente dos atletas.
 
Actualmente, as federações têm médicos especializados para este tipo de situações que, entendem das mesmas e tudo fazem para que o atleta esteja o mínimo de tempo inactivo pois tem-se em conta o factor importante da capacidade de recuperação que estes têm como resultado da sua intensa prática desportiva. Por isso, deixou de ser um “bicho de sete cabeças” cada uma das lesões por muito graves que sejam, devido a um enorme desenvolvimento na medicina desportiva, quer preventiva quer resolutiva, como é sabido hoje em dia pela vasta informação que nos chega diariamente através da comunicação social e de várias vertentes  das redes sociais. O entendimento mútuo – médico e atleta – tem levado a que se caminhe para, cada vez mais para um salutar desenvolvimento médico-desportivo sendo as lesões encaradas como normais, e se ultrapassem estigmas que até há pouco tempo eram tidos como simples “loucuras” de quem pratica certas modalidades.
 
Jorge Ró




De trás p´rás frente
 
Os anos 80 no MX em Portugal podem ser considerados como a “descoberta” do potencial desta modalidade no nosso País apesar de, nos finais dos anos 70, já dar mostras disso mesmo. As localidades interessavam-se e daí ao nascimento de pistas que ficaram míticas nessa época e onde o público afluía aos milhares. Um dos exemplos na região centro foi a pista da Raposa (junto a Almeirim) que durante essa década recebeu muitas provas onde o público fervilhava com o espectáculo ali apresentado pelas “estrelas” da época. Ainda hoje existe muita gente que se lembra bem disso. Também a pista da Ponte da Asseca em Santarém, quem não se lembra dos despiques desportivos em abertura de época desportiva de cada ano ? Outra pista foi a de Canha, por influência desta “força” que o MX tinha, muito comparável aos Regionais MX de hoje. A pista do Livramento e também a de Fonte Grada (em Torres Vedras) foram também o resultado desta verdadeira ebulição do MX nessa época.



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