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O vigor do regional MX - Crónica de Jorge Ró
Publicado em: 2016-02-29  Modalidade: Radical MX
Não pretendendo parecer demasiado egocêntrico, pelo facto de bater várias vezes na “mesma tecla”, o facto é que é inevitável falar no resultado daquilo que se iniciou no nosso País no virar do século.
Quando ninguém esperava e contra todas as expectativas de vários críticos à volta da modalidade, deu-se no ano 2000 à verdadeira “revolução” de que o motocross necessitava em Portugal e que volvidos os anos originou uma salutar concorrência com o aparecimento, primeiro do Sintra MX e mais recentemente do MX Ribatejo que tal como o Troféu Rómoto se iniciaram extra-federação e mais tarde nela foram integrados. Provou-se assim que a iniciativa privada é uma mais valia para o MX regional e um excelente auxiliar para o órgão federativo isento de qualquer despesa no seu orçamento.
 
Claro que devo ter orgulho em ter feito toda uma “travessia do deserto” durante vários anos por toda a região centro-sul do nosso País, no sentido de fazer prevalecer o objectivo inicial assente no facto de que o motocross tinha muito potencial a nível regional para o continuo aparecimento de novos pilotos em todas as idades e classes de motos. Agora que, por opção pessoal passei para onde comecei, ou seja, ser apenas piloto, é um grande prazer ver a evolução no terreno de pessoas igualmente empenhadas na continuação do sucesso desta iniciativa com a aplicação de novas fórmulas adequadas ao fim que se pretende. Bastou ver o aspecto e o colorido do parque de pilotos da 1ª prova oficial do ano no MX Ribatejo para se perceber que o Nacional se irá morder de inveja, sendo que apesar do nível de competição ser diferente, existem mais valias que poderão atrair mais público em relação ao ano passado.
 


De facto, a pista do Rebocho em Coruche após estes últimos anos ter realizado eventos não federados, resolveu aliar-se à pretensão do promotor Glória Motoclube em realizar uma excelente prova e abrir a época desportiva MX de 2016 a que o público aderiu em apreciável número. O presente ano promete com mais provas como esta que muitos presenciaram ao vivo, o que deixa no ar uma agradável espectativa  para um Regional bem competitivo dada a sua excelente característica de ser acessível a muitos pilotos da região centro do Pais – que já defini como a “Califórnia do MX” – proporcionando a prática da modalidade bem acessível a muitos que pretendem ingressar nela. Não esquecendo a “aficion” do povo ribatejano que acompanha com interesse natural estas provas. As muitas mangas de prova são também outra das características que marcam a diferença substancial existente entre o regional e o nacional de MX e claro, o elevado número de pilotos presentes naquelas.
 
Como parte interveniente – agora do lado de lá, como piloto – nos 35 anos de prática, pretendo estimular muitos outros à prática da modalidade, nesta altura que se apresenta como sendo o resultado de um longo trabalho anterior e que agora se revela também necessário, hoje e no futuro, o de ensinar a técnica de condução a todos aqueles que aparecem como interessados na finalidade de melhor se prepararem para as provas e evitarem assim as sempre possíveis lesões por não estarem devidamente capazes. Este, é outro trabalho muito importante no MX.
Afinal, dirão alguns, o Ró tinha razão quando dizia ser o caminho a seguir para bem de todos e da modalidade que tem uma força muito especial e com isso um potencial enorme como sempre teve.
É por isso mesmo que o trabalho deve continuar noutros segmentos vários que completam todo o vasto universo que o MX comporta e precisa necessariamente.
 
Jorge Ró
 



De trás p´rá frente
 
De nomes que fazem parte da história de MX venho desta vez falar de uma família da Covilhã que em duas gerações nele participou. Falo de Licínio Duarte e mais recentemente do seu filho Xico Duarte.

Nos anos 80, o primeiro foi um dos pilotos que fazia parte dos vários que preenchiam as grelhas de partida dos muitas provas em que participava-mos em cada ano desportivo quer fossem provas de campeonato ou extra-campeonato (que existiam muitas). O Licínio foi interveniente em plena competição de despiques interessantes, sendo um deles comigo num Supercross em Benavente em 1988 onde num desses picanços lhe fiz um excelente “block pass” como resultado disso.

O seu filho Francisco (Xico como ficou conhecido), foi participante no MX mais recentemente e também ele um dos nomes sonantes da modalidade fazendo parte da geração que brilhou nos finais de 2000, e que juntamente com o meu filho (Ró Júnior) e outros, preenchiam as grelhas das provas do Nacional MX, disputando os lugares cimeiros.

O Xico também foi um dos intervenientes do Freestyle em Portugal que tinha lugar nos intervalos existentes nas provas SX, juntamente com outros estrangeiros. Desta forma, se definem algumas das famílias que fazem parte da história da modalidade.
 


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