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Não há campeões MX sem sorte - Crónica de Jorge Ró
Publicado em: 2015-06-17  Modalidade: Radical MX
Nem campeões sem muito trabalho! Vem isto na sequência da última crónica sobre os estágios em Portugal e também na linha do que mais ou menos todos conhecemos sobre este ou aquele determinado piloto ter sido mais “sortudo” em certas épocas desportivas ou, no decorrer da sua carreira, do que outros seus opositores também de excelente ou melhor qualidade em competição.
De facto, como tudo na vida, há que valorizar e aproveitar quando se tem o factor sorte como elemento muito importante para que os resultados sejam mais proveitosos pois que, nem sempre isso acontecerá dada a sua natural imprevisão. De uma coisa não devemos ter dúvida :  o trabalho é sempre uma garantia de se poder atingir os resultados desejados.
 
No decorrer de tantos anos ligado à modalidade e ainda na minha condição de piloto, tenho assistido a esta constatação de que as duas componentes por vezes se cruzam e proporcionam estes resultados por vezes brilhantes, a  alguns pilotos mais do que a outros. É a tal “estrelinha” de que por vezes se fala, como estando presente em determinadas alturas como componente valorativa nos resultados obtidos. Há que saber quando ela está a favor e aproveitar mas, dizem os mais experientes, que não se deve descurar a evolução dos treinos e provas, pois só isto pode proporcionar o aparecimento da tão desejada sorte.
De facto, assim parece ser. Pela experiência que toca a cada um de nós, no decorrer da nossa vida já constatámos desta realidade, neste ou naquele praticante desta ou daquela modalidade.
 


Quem esteve mais atento, ao longo do tempo em que acompanhou a competição, vai lembrar-se de um ou de outro piloto mais espectacular ou dotado de melhor condução, que a sorte acabou por brilhar a um outro como resultado da sua regularidade e que arriscando menos, levou a melhor no final do campeonato. Quantos “eternos” segundos classificados durante anos não tiveram de esperar pelo factor sorte para finalmente chegarem ao lugar máximo de qualquer competição ? Basta lembrarmo-nos dos últimos 25 anos para dois ou três nomes nestas condições, nos virem à cabeça.
Fosse porque o candidato teve problemas mecânicos, ou porque se lesionou, ou porque uma prova foi anulada (não conseguindo o ponto que lhe faltava) ou por outras razões ponderosas na competição, são tudo factores que resultam na “sorte” de que tanta gente por vezes fala em relação a determinado participante desportivo.
 
Entenda-se da maneira como se queira entender, o facto é que o titulo desta crónica, por vezes se confirma, bafejando este ou aquele praticante e como tal, um factor importante a considerar em cada época dado que, se bem pensarmos é uma boa razão para uma dedicada aplicação nos treinos e nas provas, que terá assim todas as possibilidades de contribuir para a desejada sorte – apesar de imponderável -  como elemento essencial na competição. Dessa forma, ela resultará  do trabalho realizado que nunca deve ser menosprezado para  maior e melhor garantia dos resultados a obter por qualquer desportista neste mundo.
Tal como algumas pessoas  mais experimentadas dizem : a sorte dá muito trabalho. Mas, é graças a ela que,  por vezes se vêm as diferenças nos resultados finais, e os registos são eternos.
 
Jorge Ró
 



De trás p´rá frente
 
Quem acompanhou o MX na década de 80 tem de lembrar-se de dois nomes que ficaram no ouvido de todos. Falo de Álvaro Pereira (da Marinha Grande) e do espanhol Paco Rial. Este último proporcionou algumas boas “lutas” com Fernando Neves nas provas de campeonato e extra-campeonato (que havia muitas), vencendo algumas e fazendo delirar durante vários anos o muito público que se deslocava às provas dessa época. Hoje, tem dois filhos pilotos em Espanha que se deslocam de vez em quando ao nosso País.
O Álvaro Pereira, amigo do espanhol, era um piloto que já vinha dos finais dos anos 70 (das conhecidas 50 c.c.) e como tal já bem batido na modalidade, sendo um nome de destaque nas provas onde se apresentava, fazendo parte do Top Ten nacional  na época. Graças a ele Coimbra recebeu uma prova de MX numa pista feita no Coupal em meados dos anos 80. Hoje, participa na classe Vintage regional.


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