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Os estágios para pilotos MX - Crónica de Jorge Ró
Publicado em: 2015-05-06  Modalidade: Radical MX
Este é um assunto a que me tinha de referir, mais tarde ou mais cedo, mas agora a ideal, numa altura em que felizmente nunca existiram tantos pilotos de motocross como actualmente, graças à existência dos regionais nossos conhecidos que recebem muitas classes de praticantes com motos de várias idades. Cada regional de MX tem os seus pilotos aderentes que assim fizeram uma escolha própria, apesar de existirem aqueles que se apresentam nos dois regionais existentes. Desta forma e muito bem, os praticantes são muitos mais de há 5 anos para cá, sejam eles das classes mais pequenas sejam das maiores (MX1 e MX2).
 
Assim, e pelas razões óbvias, nunca foram tão precisos os estágios de MX no nosso País como o são a partir de agora. Com a existência muito necessária deles, os pilotos evoluirão em todos os aspectos seja ao nível físico ou na condução em prova, adquirindo o saber próprio que a modalidade exige para se chegar, passo a passo, mais longe e com maior eficácia dos resultados. É sabido que existem alguns pilotos retirados e pilotos ainda no activo que têm dedicado algum do seu tempo a ministrar alguns estágios anuais, num ou noutro fim de semana, a todos aqueles que mostram interesse na sua evolução pessoal. Mas, ainda são poucos para o aumento significativo do número de pilotos.
 


Tenho de abordar aqui uma experiência pessoal tida em 1986, quando a antiga federação (FPM) promoveu um estágio de MX com a duração de uma semana, realizado na Aldeia das Açoteias no Algarve, e para o qual se inscreveram cerca de 10 pilotos incluindo eu próprio. Tinha-mos então um preparador físico e outro de moto, ambos italianos sendo que, o primeiro treinava em Itália uma equipa de BMX e o segundo era um ex-campeão de motocross nesse País. Todos os dias, a manhã era dedicada à necessária preparação física mais adequada para o MX, e a tarde para o treino de moto em pista, desde os arranques, curvas saltos etc. com o transmitir de toda a técnica conveniente a cada um dos alunos.
 
Ficávamos dois pilotos em cada quarto, sendo o meu colega  Miguel Farrajota, já um piloto em grande ascensão na época referida. Outros pilotos como o José Santos, Vitor Calado e os restantes, demos por bem empregues os ensinamentos lá adquiridos e claro, de acordo com o valor pago por cada um de nós com o objectivo de ficarmos a saber mais sobre a técnica exigida para a prática desta modalidade. Foi uma semana produtiva com notas atribuídas a cada um pela sua prestação em cada dia desse estágio que era composto de uma certa dureza.
Passados alguns anos, um outro estágio de uma semana (em 1996) teve lugar em Vigo na Espanha, promovido pelo belga Campeão do Mundo Harry Everts (pai do também campeão Stefan Everts) que recebeu pilotos portugueses como por exemplo Joaquim Rodrigues Jr., Jorge Brioso, Ró Júnior entre outros, e que se destinava essencialmente à condução em pista. Estes, os dois exemplos, únicos até hoje, de estágios de MX  com uma semana de duração.
 
Com o exposto, cabe-me dizer que o motocross já provou que é uma “grande escola” para muitos dos nossos pilotos que mais tarde, após militarem vários anos na modalidade optam por seguir outras variantes do motociclismo e nelas “brilham” como resultado do desenvolvimento que o MX proporciona a qualquer praticante pela suas características muito particulares que obrigam todas as partes do corpo a trabalharem (braços, tronco e pernas) como resultado da natural dureza. Por isso se considera o MX como a modalidade mais dura a seguir ao boxe.
Assim sendo, os estágios e as Escolas de Motocross devem existir de forma contínua por todo o ano desportivo, tendo por objectivo  melhorar a “performance” quer física quer desportiva dos pilotos, dando-lhes a preparação necessária para a obtenção de melhores resultados.

Jorge Ró



 
De trás p´rá frente
 
Estando ainda situado na década de 80, hoje venho fazer referência a um piloto do Top 5 na época que possuindo uma condução agradável ao público proporcionava grandes lutas desportivas e do qual muitas pessoas ainda recordam. Estou  a referir-me a José Santos piloto de Lordelo (mais um homem do Norte), que com uma forte teimosia disputava os lugares cimeiros onde eram visíveis os despiques com Arlindo Bernardino, Mário Kalssas, Rodrigo Ribeiro e José Carvalho.
Foi um dos primeiros pilotos a conduzir uma Kawasaki no ano de 1984 o que, sendo a única moto de cor verde no campeonato, o distinguia em plena competição. Mais um piloto que faz parte da galeria dos notáveis desta década tão rica para a modalidade em Portugal.


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