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O motocross e a ecologia - Crónica de Jorge Ró
Publicado em: 2015-04-15  Modalidade: Radical MX
Desta vez venho falar de um assunto bem presente nos nossos dias. Todos nós devemos preocupar-nos com o meio-ambiente à nossa volta, e para o que nos diz respeito, como amantes do motocross, sobre o que devemos fazer quando praticamos o MX, quando se realiza uma prova ou quando vamos treinar em qualquer altura do ano.
Essa preocupação deve fazer parte da nossa forma de estar no desporto sob pena de, num futuro muito próximo, chegar-se a uma pista e ela estar fechada porque os pilotos deixaram muito lixo espalhado no chão, quer fora quer dentro de sacos, sem que se tivessem preocupado em o levar e deixar num qualquer caixote de lixo no caminho da pista escolhida. Garrafas, embalagens várias, e todo o tipo de resíduos que transportaram a comida que nos alimenta, são alguns dos detritos que o ser humano deixa para que os outros recolham, quando de facto isso não é assim neste caso. Tal como na nossa habitação, devemos transportá-los para os recipientes próprios e então, aí sim, depois os virão recolher para os levar para os locais mais apropriados como por exemplo a necessária reciclagem.
 


Outra preocupação e necessidade de actuação devem ter as organizações dos eventos de MX e que será o de proceder à recolha de todos os cartazes de plástico afixados na beira das estradas, nos postes de iluminação ou outros, nas Vilas, Aldeias ou Cidades, por forma a darem uma imagem de quem, ao servir-se do bem público para esse efeito, o “limpa” logo após a realização destes eventos desportivos e inclusive (não custa muito e fica bem) arrancando outros esquecidos por alguém, que mais tarde ou mais cedo se passará a preocupar também em os recolher depois do exemplo dado.
Com estas atitudes, as entidades oficiais que cuidam do bem público, passam a reparar nisso e eventualmente, não penalizando de forma mais severa quem apenas procura dar a conhecer estes eventos tão populares no nosso País e com isso também, conquistar o respeito de quem pensa “que os tipos das motos não se preocupam com o ambiente à sua volta”.
 
Já lá vai o tempo em que se tinham de colar nas paredes os cartazes de papel que se iam aglomerando em cima uns dos outros, com a “guerra” de colocar aqueles em locais e cruzamentos de melhor visibilidade. Nessa altura (anos 80) era bem mais difícil limpar as paredes que hoje retirar os pendões de plástico, e por isso não existe qualquer razão plausível que sirva como desculpa para não se proceder à recolha daquilo que foi aplicado para publicidade às provas de motocross em qualquer zona do País. Ficará muito bem o exemplo dado para todos aqueles que vão acompanhando a evolução dos tempos e percebendo que nos cabe preservar o ambiente limpo e saudável à nossa volta para assim deixar-mos a “casa mais arrumada e limpa que os anteriores inquilinos” pois apenas temos esta.
 
É desta forma que poderemos continuar com uma adequada forma de promoção ao MX com vista à continua conquista do público aficionado obtendo dele todo o respeito e também a consideração das entidades públicas que se preocupam e tratam do nosso meio-ambiente. O desporto deve ser um bom exemplo para atingir esse fim.
 


De trás p´rá frente
 
Na sequência dos produtivos anos 80 em matéria da modalidade de que eu venho tratando há várias crónicas, tinha de me referir a um nome que ficou bem conhecido nessa época, de seu nome Eugénio Cação.
Este piloto de Coimbra começou por sobressair nas 80 c.c. no inicio dessa década mas, numa classe de adultos (Júnior) no Centro do nosso País, proporcionando muita ”luta” pelo 1º lugar com Manuel Delgado e Gilberto Jordão nas provas do ano de 1984. Fui piloto-espectador nestas provas que englobavam a minha classe de 250 c.c. em mangas distintas e por isso não esqueci estes homens numa classe de motos mais fracas mas, muito rápidas e leves.

O Eugénio Cação, no ano seguinte foi “obrigado” a passar para a classe 125 c.c. onde se manteve apenas uma época desportiva, e  em 1986 transitou para o Enduro, onde também obteve bons resultados nas várias classes que militou.
 
Jorge Ró


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