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A evolução no MX em Portugal - Crónica de Jorge Ró
Publicado em: 2015-03-17  Modalidade: Radical MX
Março de 2000 versus Março de 2015, o que os distingue ? O resultado efectivo de muito trabalho e empenho em fazer evoluir a modalidade no nosso País. No inicio com o Troféu Rómoto foi possível existir algo diferente do nacional e com isso atribuir novos títulos  de campeões e criar novas classes que não existiam até então como foi por exemplo a classe dos Minis 50 (a partir dos 4 anos) onde apareceram na primeira prova 9 pilotos. Importa dizer que nos finais de 1999 em Fonte Grada estavam 3 pilotos na classe das 60 c.c. (dos 8 aos 11 anos). O tempo foi passando e o Troféu passou a Campeonato Regional com novos títulos a atribuir aos pilotos nas diversas classes que o compunham, até chegar ao presente e daí, por motivos de evolução que o MX foi sofrendo por força de todo este trabalho, originou o saudável aparecimento em 2015 dos MASTERS MX onde se recebem os pilotos  nacionais e os regionais numa classe Amadora, além claro dos Minis 50 e 65, os Cadetes 85 e os Veteranos. Esta, é uma solução presente e futura bem adequada ao nosso País.
 


Nunca é demais relembrar o historial acima que contextualiza o que nesta crónica pretendo escrever. É que desse trabalho resultou o piloto MASTER de 2015, de seu nome Pedro Carvalho que é um dos 9 pilotos que se apresentaram em Avis no ano 2000 na primeira prova Rómoto. Este resultado para mim, revela que o trabalho foi produtivo durante todos estes anos fomentando a prática da modalidade por muitas centenas de pilotos que, por poucos ou mais anos, se dedicaram a ela e marcaram uma acentuada progressão que o MX foi sofrendo no decorrer dos últimos 15 anos. Este piloto é o espelho desse longo trabalho. Outros mais dotados e com títulos obtidos nas classes de iniciação ficaram pelo caminho – basta ver as classificações na galeria de Campeões em www.romoto.pt na secção, CR Rómoto – entre 2000 e 2014, o que revela ser o empenho e a teimosia, a razão para a obtenção de resultados futuros. É o caso do Pedro que assim obteve o titulo máximo do MX agora existente em Portugal numa prova de abertura da época nacional. Afinal, valeu a pena tanto trabalho.
 
Este piloto ainda poderá mostrar mais bons resultados no MX nacional para este e futuros anos, como resultado de uma “boa escola” que teve no decorrer de todo este tempo e por isso vamos todos ficar atentos à sua prestação desportiva. O MASTERS MX – corrida de campeões – como se pretende, veio para ficar sendo um formato que irá evoluindo apenas em pistas adequadas para esta nova competição que exige um adequado grau de qualidade numa prova de inicio de época. Assim, e como nestas crónicas já o disse, existem agora três patamares de competição : Troféus regionais, Troféu nacional e Campeonato nacional o que permite o desenvolvimento saudável e equilibrado da modalidade.
O titulo MASTER é um titulo único na modalidade além dos de Campeão nacional de MX1, MX2 e Elite que se pretende seja um aliciante aos pilotos interessados como forma de premiar todo um trabalho aplicado no decorrer da sua carreira desportiva, à semelhança do que se faz “lá fora”.

Com tudo isto, e após uma prova de qualidade – que assim, deverá ser sempre – como o foi no Frade de Cima, só posso estar muito satisfeito pelas variadíssimas criticas positivas da referida prova do agrado geral dos pilotos presentes, com o empenho de um projecto inédito em Portugal (privado e inovador) no motocross que durante tantos anos o Troféu Rómoto mostrou serem os regionais o caminho a seguir – veja-se os regionais existentes no actual momento – como complemento ao nacional e nascido logo após ao ano de 1999.
Daí que a edição de 2016 do MASTERS MX –corrida dos campeões – esteja já marcada para finais de Fevereiro, sendo assim a 1ª prova do ano como se pretende, com a vontade da organização em apresentar uma pista com algumas melhorias técnicas, após o êxito organizativo que todos puderam ver neste espectacular e bonito circuito de Frade de Cima.
Muita promoção existirá a partir de agora para a edição do próximo ano com vista a garantir maior sucesso deste novo projecto e na prova do próximo ano.
 



De trás p´rá frente
 
Ainda nos finais dos anos 80, outro dos nomes que ficou conhecido na história do motocross nacional e se prolongou durante vários anos, teria de falar obviamente nele : Mário Kalssas. Este piloto, durante anos foi um directo adversário do então campeão Fernando Neves, e que ambos proporcionaram aos milhares de espectadores que se apresentavam nas pistas da época, para presenciarem grandes lutas desportivas pelo lugar cimeiro da modalidade nas pistas por todo o País.
Este piloto natural de Vagos, muito técnico e sempre com as motos bem preparadas fazia incursões em provas internacionais para evoluir no MX e que internamente era conhecido como o nº 2 dado que o seu directo adversário se manteve campeão durante vários anos. Soube ser paciente e após F. Neves se ter retirado, finalmente foi campeão nas 250 c.c. (hoje MX1), que repetiu alguns anos também.
Mário Kalssas faz assim, parte do quadro de honra do motocross nacional, sendo ainda hoje uma importante referência para alguns pilotos, quer do País quer da sua zona geográfica e claro, ainda um homem válido para transmitir a sua experiência à geração actual e futuras.
 
Jorge Ró


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