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Parabéns à Comissão de MX - Crónica de Jorge Ró
Publicado em: 2015-01-12  Modalidade: Radical MX
A época de MX 2015 apresenta-se recheada de provas de MX como há muitos anos não acontecia. Note-se que entre 1 de Março e 31 Julho – que totalizam 22 fins de semana - estão marcadas 21 provas que contemplam : o Nacional, o MASTERS MX, e os Regionais (Sintra MX e agora o federado MX Ribatejo). Portanto, os fins de semana neste período de tempo, estão todos completos (como na minha página do facebook descrevi minuciosamente), mostrando assim que não é possível enquadrar mais provas o que revela uma boa e salutar “concorrência” desportiva de campeonatos e Troféus de MX.
Tudo isto, graças ao aparecimento de recentes promotores na modalidade o que, só revela que ela tem potencial como nunca, e como tal permitir uma pausa a quem mostrou isso mesmo durante largos anos. O esforço que se iniciou em 2000 com a criação do 1º Troféu privado de MX mostrou afinal, que não foi em vão dando assim aso, finalmente, ao aparecimento destes, agora nossos conhecidos regionais de motocross.
 
Novas ideais, novas fórmulas, novas realizações e novos atractivos para os muitos pilotos que existem actualmente no nosso País são a razão para esta rápida evolução em apenas 2 anos (com a entrada de mais dois promotores de MX na federação), o que prova que o potencial está na iniciativa privada para a evolução sustentada da modalidade. Era isto o que o MX precisava para continuar a evoluir. Na crónica anterior enaltecia o facto de a equipa da Comissão de Motocross da FMP, que após várias criticas no decorrer de 2014, por ter apresentado apenas 5 provas do nacional, ter “puxado” por si e surpreender muita gente com um calendário recheado de provas para 2015 do Campeonato Nacional, mais exactamente 8. E ainda, há que acrescentar o facto de ter conseguido acolher mais um promotor de MX o que justifica o titulo desta crónica.


 
Isto, são acontecimentos inéditos que só revelam que as criticas de quem já cá anda há muitos anos e que nutre uma intensa paixão pelo motocross, são importantes desde que oportunas e objectivas. É essa a vantagem que todo esse trabalho produz a favor de um colectivo de gente : Organizações, pilotos e seus assistentes, e o muito público aficionado interessado. É exactamente para estes últimos que se deve trabalhar a partir de agora, ou seja, tudo fazer para o atrair em grande número (como acontecia até há uns anos atrás) para reforçar a moldura humana sempre tão presente nas pistas desta espectacular modalidade através dos tempos, desde que apareceu em Portugal na década de 70.

Cumprido que está o objectivo iniciado em 2000, que consistia em aumentar o número de pilotos nas provas de MX, este é assim o resultado dessa “revolução”. Também permitiu o aparecimento de baixos custos às organizações de provas que assim podem escolher o nível de competição que pretendem – Campeonato nacional ; Troféu nacional ; ou algum dos dois tipos de Regionais agora existentes – com custos diferenciados, mais económicos para essas realizações e com isso, o preço também baixo dos ingressos para o público, já conseguido pelos vários promotores o que é bem indicador de desejável sucesso daqui para a frente.
 

De trás p´rá frente


Desta vez e porque se passou comigo, sendo que estou a escrever de factos dos anos 80 (iniciei-me como piloto em 1981) devo assinalar uma importante particularidade – hoje, estranha-se a realidade a que me vou referir – é que, a meio da época desportiva de 1981 necessitei de colocar um segmento na minha Suzuki RM 125 e, como nessa época não existiam lojas com os acessórios e peças para estas motos, tive de o pedir a um outro piloto (o então campeão Fernando Neves) pelo que me desloquei ao fim da tarde de um dia a Vendas Novas para o ir buscar.

Quando obtive o segmento, dispensado e  com pouco uso, vim muito contente durante os quase 100 Km para cada lado, por saber que ia ter a minha moto capaz e a andar mais nas restantes provas do campeonato nacional de Júniores.

Hoje, tenho na loja várias medidas de segmentos pelo que é impensável na actualidade uma situação daquelas. São estas memórias que temos para transmitir dos feitos “estrondosos” que era praticar a modalidade nessa época em que pouco ou nada havia para comprar no nosso País. Era assim, uma autêntica aventura para todos.

Aqui, na próxima crónica irei falar no piloto José Carvalho, “estrela” do MX nos anos 80.

Jorge Ró


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